De manhã ainda fria
O povo começa o corre-corre
O pão quentinho entregue nas portas da casas
Os estudantes vão para as escolas
Os doentes chegam aos hospitais
Os comércios abrem-se as portas
Os baiuqueiros armam suas banquinhas
Esperando ter uma boa féria
È a vida no Marajó...
No Marajó das águas...
No Marajó dos campos...
No Marajó do povo que é povo...
Os barquinhos começam a chegar
Atracando nos trapiches de madeiras
A vida ressurge diariamente
È um vem-e-vai sem fim
Uns partem...
Outros chegam...
A vida Marajoara é uma paraíso na natureza...
Mas uma dor com sua pobreza...
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