Minha árvore querida
Que fala da minha vida
Era apenas uma sementinha
Que reguei com carinho
Como cresceu...
De frutos encheio...
O Meu Cajueiro...
Pequeno celeiro...
A janela para a rua
Meu sonho flutua...
Fruto saboroso...
Lugar delicioso
Meu Cajueiro...
Meu sonho faceiro
Aqui volto a ser criança
Relembro a Infancia...
O meu Curralinho...
O meu Marajó...
O meu Pará...
o meu Brasil...
Beija-me com os beijos de tua boca;porque melhor é o teu amor do que o vinho...como unguento derramado é o teu nome.Como és formoso, amado meu, como és amável.Sustentai-me com UVA+MEL...Confortai-me com ROMÃS+MEL.Desfaleço de amor..De saudade...Vem,subamos ao Carmelo,ou ao Moriá,ou ao Tabor...És o meu pomar de romã e uva e meu favo de mel.Como és lindo, meu amor..Como és formosso..Deleito-me no teu amor...Vem,sem demora...faze-te semelhante ao gamo que salta sobre os montes aromáticos.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Curralinho-Marajó-Pará-Brasil
Como é belo o meu Curralinho
É minha terra, é meu povo
Paraiso famosinho
Tem tudo para fazer feliz
Que vem-e-vai
Terra hospitaleira
Curralinho é Marajó
Sem búfalos
Com raios de sol
Não é exdruxula
É do camarão e açaí
De terras fertis
Curralinho é Marajó
Marajó é Pará
Pará é Brasil
Portanto, um pedacinho do céu....
É minha terra, é meu povo
Paraiso famosinho
Tem tudo para fazer feliz
Que vem-e-vai
Terra hospitaleira
Curralinho é Marajó
Sem búfalos
Com raios de sol
Não é exdruxula
É do camarão e açaí
De terras fertis
Curralinho é Marajó
Marajó é Pará
Pará é Brasil
Portanto, um pedacinho do céu....
A vida no Marajó I
De manhã ainda fria
O povo começa o corre-corre
O pão quentinho entregue nas portas da casas
Os estudantes vão para as escolas
Os doentes chegam aos hospitais
Os comércios abrem-se as portas
Os baiuqueiros armam suas banquinhas
Esperando ter uma boa féria
È a vida no Marajó...
No Marajó das águas...
No Marajó dos campos...
No Marajó do povo que é povo...
Os barquinhos começam a chegar
Atracando nos trapiches de madeiras
A vida ressurge diariamente
È um vem-e-vai sem fim
Uns partem...
Outros chegam...
A vida Marajoara é uma paraíso na natureza...
Mas uma dor com sua pobreza...
O povo começa o corre-corre
O pão quentinho entregue nas portas da casas
Os estudantes vão para as escolas
Os doentes chegam aos hospitais
Os comércios abrem-se as portas
Os baiuqueiros armam suas banquinhas
Esperando ter uma boa féria
È a vida no Marajó...
No Marajó das águas...
No Marajó dos campos...
No Marajó do povo que é povo...
Os barquinhos começam a chegar
Atracando nos trapiches de madeiras
A vida ressurge diariamente
È um vem-e-vai sem fim
Uns partem...
Outros chegam...
A vida Marajoara é uma paraíso na natureza...
Mas uma dor com sua pobreza...
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